Talvez. A escrever assim, muito provavelmente.
Dei a mim mesmo a liberdade, como elemento da turma e activo do blog, de apagar o post “rasco”. Não por não concordar com o que se diz. Por discordar com a maneira como se diz. Por discordar pela linguagem (sim, fiquei sensibilizado).
Se somos designers, também sabemos postar links – fica mais curto, a malta faz mais um click, e deixa de ir contra a linha sóbria e minimamente elegante que são os nossos posts desde o primeiro. Mais mais importante, é saber transcrever ou resumir… principalmente quando o target principal (digo eu, e penso que com algumas certezas) não se coaduna com posts enormes de bloguices a cortar no que está mais que cortado.
Temos, logo a seguir, um exemplo do que falo: um absurdo de diarreia mental (existirá quem pense que seja antes uma exigência própria de uma empresa de top exigência), mas esgrimada com humor, retórica, e de modo elegantemente incisivo. Agora tags rascas, acho que não precisamos.
Temos o tag das cusquices, sim; temos o da socialização, também. Cusquemos e socializemos, direi eu, propriamente. As minhas desculpas se feri susceptibilidades com este acto ditatorial. Mas está feito.
PIM!
David