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Times: O sinal dos tempos.

Boas noites!

Como anda a vossa vida? Espero que atribuladíssima! :) A minha também assim se tem feito… adoro!

Para o início desta semana deixo um belo vídeo, que certamente fará as delícias dos amantes de tipografia, e dos outros também! O anúncio é feito ao New York Times, e podem vê-lo aqui. Simples, belo, e muito groovy :) o Sinatra que o diga! A agência é a Ymago, já bastante conhecida na área de anúncios. Vejam o site, com excelentes trabalhos – Ymago

David

 

O que (realmente) podemos mudar.

Digamos que começar um dia como acabo de fazer com o meu me dá uma sensação de poder positivista.

Digamos que o poder corrompe almas, corrompe corpos, mas também pode corromper a miséria que, eventualmente, pode abraçar um sujeito durante muito mais tempo do que aquele com o qual pode lutar.

Digamos que criar com objectivos e metas definidas não por um cliente, mas pela própria vida em si, pode ter motivações bem maiores. E resultados também…

Digamos que este vídeo fenomenal mostra o que podemos mudar.

David

PS.: Obrigado pelo link Xiquinho, temos saudades tuas! Quem tem o contacto dele? Ele que aqui passe!

Concertos? Ok. Banner? Conheço… Concerto num banner? Gaita!

Ok. Somos novos, somos jovens sempre ligados à música… Toda a gente o sabe, todo o MUNDO ouve música, todas as grandes empresas tentam tirar partido disso. Nenhuma novidade…

Banners. Ok, conhecemos, publicidade em sites e coisinhas que mexem na internet. Nada de mais…

Um banco que promove concertos em banners pela net? Uau! A isto se chama criatividade: fazer 1+1=3 (um conceito simples+outro conceito simples= uma ideia brutal e inovadora, QUE NÃO PAGA ROYALTIES, e que gera imenso valor para o cliente/criador/target alvo).

Qual BESES com Ronaldos ou Santanderes com “Solid as a Rock”… grande ideia. E super contagiante! Aconcelho vivamente a ver o vídeo!

David

As silhuetas e a Pepsi

Uma edição de revista bem interessante, e um exercício que nos pode fazer lembrar bem os nosso tempos de alunos fresquinhos :)

Quem diz que vectorizações e silhuetas não podem ser base conceptual para produção de objectos? Um exercício interessante, que também pode contar muito sobre a depuração/economia real das formas que percebemos. Gostei!

PS.: Quem já viu o (rumor de) rebrand da Pepsi? Há opiniões para todos… os gostos. Um logo mais dinâmico, até diria mais humanizado, e com variações. Dêem uma vista de olhos aqui ou aqui:

David



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